30
Jun
09

Breve histórico das movimentações relativas à organização da Revista Alegoria

Incumbido de redigir um texto que servisse como exposição dos passos que foram necessários para a criação do que hoje é o projeto da Revista Alegoria, fiquei no mínimo uns 15 minutos escrevendo e reescrevendo diversos parágrafos iniciais. O início de uma história tende a ser a parte mais difícil, e se não cativamos o leitor logo na entrada, teremos problemas em conduzir de forma fluida a narrativa. Decidi então começar esclarecendo que essa é crônica de um processo que ainda está acontecendo, e se propõe breve, não muito detalhista, para que o texto não importune demais os eventuais leitores que encontrar.

Após isso, permitam-me lembrar os senhores de que essa é uma história de cada aluno de graduação do IEL. Ainda que apenas um pequeno grupo mais ousado e atrevido tenha se disposto a participar ativamente dos trabalhos, a revista só poderá se concretizar se o espírito do Instituto assim o desejar. Na verdade, nossa história ainda está inconclusa, e o futuro da revista ainda guarda diversos obstáculos e tarefas a serem transpostas. De qualquer forma, como eu afirmava, a idéia de uma revista organizada pelos alunos de graduação não é exclusivamente minha, ou ainda propriedade do nosso grupo: ela ronda o IEL desde muito antes do meu ingresso em suas salas, e pode ser legitimamente colocada na categoria de vontade pública. Isso é tão verdadeiro que a atual gestão do Centro Acadêmico da Linguagem colocou como proposta eleitoral o apoio irrestrito a projetos que surgissem relativos a elaboração desse uma revista desse caráter (apoio que estamos obtendo satisfatoriamente). O primeiro impulso para as movimentações iniciais nesse sentido foi sem dúvida essa abertura bastante promissora por parte do CAL.

Assim, durante as férias de 2008-2009, houve um intenso diálogo entre 4 alunos do Instituto que tinham em si a mais sincera intenção de levar o projeto adiante. Nessa conversa surgiram diversos questionamentos conceituais, direcionamentos de base e propostas de modelo para a revista. Estava sendo formada a estrutura da nossa proposta.

Tendo em mãos essa idéia mais palpável, tomei a iniciativa de convocar uma reunião aberta ao público do IEL, que aconteceu no dia 27/03 do presente ano. Nessa reunião, compareceram pelo menos 10 alunos dos mais variados semestres, desde calouros hiper-interessados até veteranos cansados e mal-humorados como eu. E daí foi uma sucessão de reuniões, ocorridas todas nas sextas feiras, após o almoço, no agradável espaço da Arcádia. Revimos algumas de nossas convicções, modelos e perspectivas, tiramos comissões e distribuímos funções, fomos atrás de patrocínio, ajuda gráfica e editorial, promovemos um “mini-concurso” para a escolha do nome da revista (com direito a premiação em livro!), enfim, adotamos uma série de abacaxis que não valem a pena enumerar.

O resultado foi o seguinte: decidimos que a revista terá a função de ser o suporte por excelência do material acadêmico produzido por alunos do IEL. Todo aluno está convidado a enviar alguma reflexão crítica sobre algum assunto pertinente ao instituto, algum ensaio que esmiúce um assunto que lhe agrade um pouco mais, enfim, alguma produção que estimule sua escrita acadêmica e sirva-lhe de treino e simulação do mercado editorial acadêmico real. Além disso, almejamos registrar nossa revista de forma a permitir que as publicações feitas através nela sirvam como publicações efetivas no Currículo Lattes. Quanto a recepção de material artístico, decidimos que essa não era a intenção original da revista e que havia outros espaços destinados a esse fim, de forma que limitamos nosso escopo de material publicável ao já descrito anteriormente.

Continuar esse texto seria demasiadamente exaustivo e desnecessário; revelar mais detalhes sobre a elaboração da revista estragaria uma série de expectativas que podem estar sendo criadas em torno do projeto, e isso é, o leitor há de convir, uma má estratégia de marketing. Além disso, nossos esforços para a concretização da revista ainda continuam; precisamos da colaboração dos alunos na medida em que a revista só existirá caso sejam enviados artigos para serem publicados. E essa parte é a de cada um de nós, incluindo você, leitor.

Atenciosamente,
Leonardo Saraiva Guerreiro – auto-proclamado membro da Comissão Editorial da Revista Alegoria

11
Jun
09

Edição de estréia

Depois de quase seis meses idealizando a revista, como ela funcionaria e todos os trâmites burocráticos da coisa, chegamos enfim à Revista Alegoria.

O propósito é simples: uma publicação periódica, organizada pelos alunos de graduação do Instituto de Estudos da Liguagem (IEL) da UNICAMP, que tem como objetivo expor a produção de artigos e ensaios de cunho acadêmico para circulação interna.

O  objetivo principal da revista Alegoria é acolher uma produção acadêmica que na maioria das vezes não encontra um lugar apropriado para publicação, visto que é uma produção ainda incipiente, e estimular assim o diálogo interno ao instituto, o crescimento mútuo e a divulgação das tendências de pesquisa dos alunos.

Se você tem algum artigo que gostaria de publicar na revista, envie para revistaAlegoria@gmail.com.




O que é a Revista Alegoria?

um projeto de publicação periódica organizada por alunos de graduação do IEL, que pretende expor a produção de artigos e ensaios de cunho acadêmico produzidos também por alunos do IEL (dos três cursos atualmente ministrados no Instituto), para circulação interna (em primeiro momento). Nosso objetivo é portanto acolher uma produção acadêmica que na maioria das vezes não encontra um lugar apropriado para publicação, visto que é uma produção ainda incipiente, e estimular assim o diálogo interno ao instituto, o crescimento mútuo e a divulgação das tendências de pesquisa dos alunos.

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